
Âncora: o artifício de auto-focalização
Frequentemente me procuram, após minhas palestras, para aquele papo informal que habitualmente segue as apresentações maiores. Nessas ocasiões, entre outros

Frequentemente me procuram, após minhas palestras, para aquele papo informal que habitualmente segue as apresentações maiores. Nessas ocasiões, entre outros

Certa vez, iniciando meu projeto de Doutorado, eu conversava com o Prof José Roberto Leite, da UNIFESP, quando ele me perguntou: “…Roberto, você acha que seria possível ensinar um rato a tocar piano?…”.
Logo vi que aquela não era uma pergunta comum. Afinal, ele não me apresentaria algo aparentemente tão estapafúrdio, e eu precisava detectar qual a intenção da pergunta. Porém, apesar de todos os meus esforços, acabei desistindo e respondi ”…Não! É claro que um rato não poderia ser ensinado a tocar piano. Nunca…”. Fiquei, então, curioso, esperando o seu comentário. Alguns segundos depois, que pareceram uma eternidade, ele respondeu à sua própria pergunta: “…Depende de como definirmos o que é tocar piano…”.

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